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  • Década de 60
  • No Reino do ''Directo''
  • pag22

Iniciativa de que se colheram ensinamentos com alguma projecção imediata na grelha de programação foi a concretizada pela RTP, ainda em 1959: um inquérito junto dos seus espectadores, solicitando-lhes sugestões, auscultando as suas preferências. Da análise final dessa pesquisa (82 227 boletins recebidos de um total de 400 000 impressos e distribuídos pelo País por intermédio de vendedores de aparelhos eléctricos) resultaram algumas orientações a enquadrar na tendência do auditório nacional de TV. Na altura, obtiveram-se indicações como estas: em Lisboa, 77% dos espectadores assistiam aos programas em suas próprias casas e 23% em lugares públicos; no Porto, 65 e 35% respectivamente; no resto do País as percentagens invertiam-se: só 19% de espectadores seguiam os programas em casa, sendo os lugares públicos frequentados por 81%. Os inquiridos mostraram marcada preferência pelos programas de variedades (96%), de teatro (95%) e concursos (82%); seguindo-se os noticiários e as actualidades filmadas. Também as séries (suporte fílmico que as emissões de TV, já então não podiam dispensar) fizeram o seu inevitável aparecimento na RTP. Certo que com alguma timidez, porém perdida nos anos seguintes. O que se viu: “Patrulha do Silêncio”, “Aventuras de Robin dos Bosques”, “O Perigo é a Minha Profissão”, “Nat King Cole Show”, “Polícia da Estrada” (que deve ter sido a primeira sériepatrocinada comercialmente – pela Philips) e, entre todas, a mais lembrada, “O Homem Invisível”, protagonizado por Tim Hunter, que a Casa do Pessoal da RTP trouxe a Lisboa e ao Porto, como artista-convidado do seu “Grande Show do Outono”.

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